Hiii*!
Ficamos sumidas pro um tempo e nem ao menos demos satisfação, né? Pois bem!
O MySexyDreams está entrando de férias por um curto período de tempo, por motivos pessoais, mas em breve estaremos de volta com muitos contos e curtição! Aguardem!
Hiii*!
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Mais um ano! Brian sempre com toda a força e vontade a cada ano que passa no impressiona mais e toca nossos corações com sua doce voz. Quem é de nós fãs que não se sente estremecer ao ouvir "Close your, make a wish..."? É por isso que hoje todas nós fechamos os olhos e fazemos o desejo de que esse seja mais um dos muitos aniversários que queremos o nosso Brian nós encantando e que ele seja muito feliz! Parabéns pelo seus 33 aninhos (com cara de 20)!!!
Power of Love - By Mila Littrell
Fevereiro/2008
Meu nome é Anne, moro em uma cidade calma e tranqüila, mas devido aos problemas atuais está se transformando numa das piores cidades do mundo em questão de violência.
Já fui vítima de assaltos e até mesmo de assédio, num desses dias que fui praticamente quase vítima de um estupro conheci o homem que ia mudar a minha vida completamente. Ele me ajudou naquela hora, parecia um anjo, encantei-me com seus lindos olhos azuis e aquele cabelo loiro, seu nome era Brian Littrell.
Só depois descobri que era o dono de uma das mais belas vozes da história da música e escreveu o nome junto com o grupo.
Com o decorrer do tempo ficamos amigos e nos tornamos namorados, parceiros e amantes.
Tudo ia muito bem até que...
- Bom dia, meu anjo! – ele dizia todo feliz.
- Bom dia! – sentando-se na beirada da cama.
- Aconteceu alguma coisa? – preocupado.
- Sim, não estou me sentindo bem, acho que vou ao médico.
- Quer que eu a leve, amor? – beijou-a na testa.
- Precisa não, eu vou sozinha, qualquer coisa a Kate me leva! Vá trabalhar que você está atrasado.
- Ah tudo bem então. – deu-lhe um selinho.
Mal sabia eu que naquela ida ao médico sozinha poderia ser muito traumática.
Chegando ao médico...
- Vou lhe receitar alguns exames e depois veremos do que se trata.
- Ok Doutor, farei amanhã mesmo os exames.
Saindo do consultório após meia hora...
No estacionamento...
Anne entra no carro, mas não percebe que havia um homem no banco de trás, ele lhe aponta uma arma na cabeça, no qual ela se assusta.
- Não se mexa! Se fizer tudo direitinho, ninguém se machuca. Agora liga o carro e siga minhas instruções.
Aquela sensação horrível de impotência dominou Anne, ela começou a entrar em pânico. Mas fez tudo o que ele dizia, até que chegaram num local deserto.
Ele a mandou vir para o banco de trás do carro, onde ele estava e começou a beija-la, em dó algum. Ela chorava desesperada, mas não podia fazer nada.
Ele rasgou o vestido dela e começou a acariciar o corpo dela, tirando as suas roupas íntimas e acariciava o copo nu dela, enquanto ela tentava escapar daquele pesadelo, mas não conseguia. Ela então tirou a calça e começou a penetrar com tanta força que Anne gemia de dor e desespero, rezando para que aquele momento acabasse.
Após alguns minutos enfim acabou o tormento, ele vestiu-se pegou o carro dela e a deixou nua no meio da estrada a pé.
Anne vestiu o vestido rasgado que ele jogara para fora do carro e desesperada começou a chorar sem ter como ir embora. Até que...
- Meu Deus, Kevin pare o carro!
- Mas o que houve Nick?
- Olha lá, aquela não é a noiva do Brian? – apontando para o local do tormento.
- Sim, é ela sim, nossa, o que será que aconteceu?
- Vamos ajudá-la.
E rapidamente a socorreram, Anne ao vê-los, abraçou Nick e começou a chorar.
Nick não sabia o que fazer, ou falar, então apenas a colocou no carro. Ligaram para Brian para avisá-lo, afinal eram noivos e moravam juntos há praticamente dois anos.
Ele apavorado, foi em direção a elas e a levou para a casa.
Infelizmente só consegui contar sobre o assunto ao Brian, meu noivo, mas evitava falar sobre aquele acontecimento com quem quer que fosse. E nem Brian tocava no assunto. Foi aí que a minha vida mudou completamente.
Dois anos depois...
Hoje eu estou casada, sim, me casei com Brian, só que a nossa vida sexualmente ativa, não era tão ativa assim. Não consigo superar o trauma, e olha que já se passaram 2 anos, mas Brian não conseguia entender.
- Anne, faz tempo que não temos relações, já nos casamos e você ainda está com esse trauma.
- Desculpa, amor. Mas não posso.
- Eu faço você esquecer isso, vamos, me dê uma chance.
- Brian, desculpe-me, mas não dá.
- Que droga, Anne. Você precisa ir ao psiquiatra, ele pode lhe ajudar. Eu não agüento mais isso. – saiu furioso.
Meu casamento não era do jeito que eu esperava que fosse, ele não me entendia, às vezes penso que ele casou comigo por pena. E isso não para por aqui.
Anne chorando com a falta de sensibilidade e compreensão do marido, pegou o exame do laboratório que fizera há 2 anos atrás e leu aquelas páginas novamente e caia no choro. Fizeram após ter tido aquela experiência traumática.
“Exame de HIV = positivo”
“Não sei como contar ao Brian, isso!” – pensativa.
Não podia contar ao Brian que peguei AIDS daquela experiência e digamos que não tenho mais trauma do acontecimento, mas tenho medo de passar o vírus a ele, não quero que ele fique mal ou me culpe por isso.
Mas, um belo dia...
Anne havia bebido demais algumas garrafas de vinho e champanhe do bar que tinha em casa, e Brian ao chegar em casa, se assustou com aquela cena. Anne estava completamente liberada, o beijava sem dó e nem piedade.
Brian não acreditava no que via e pensou: “Enfim, ela superou ao trauma”. E sorria.
Ela apagou as luzes, colocou uma música suave e começou a fazer um strip-tease para ele. Enquanto ele ficava a admirando deitado na cama, ela subiu na cama e o provocava com caretas, tirando a roupa... tirou a roupa dele, até chegar na peça íntima. Bebeu mais alguns goles de vinho que havia restava na garrafa e tirou a cueca dele. Acariciando o “membro” dele, deitou-se na cama e começou a fazer um ótimo sexo anal.
Brian ficou admirado, há quanto tempo ela não se comportava daquela maneira. Não acreditava no que via. Começou a gemer de prazer, até chegar ao seu ápice, enquanto massageava os cabelos dela. Até q ela enfim terminou e deitou ao seu lado... Ele começou a beijá-la, acariciou o corpo nu dela, e claro começou a beijar e a sugar seus seios. Que eram bem arredondados... introduziu o dedo no “membro” dela e a fez sentir prazer, do mesmo jeito que ela o fez, até que ele começou a beijar e a passar a língua, fazendo movimentos circulares. Ela gemia de prazer, até que chegou ao ápice.
Por fim, ele começou a fazer o movimento contrário, foi beijando o corpo dela, até chegar aos seios, beijando-os e finalmente chegou à boca... E sem pensar duas vezes, penetrou-a. Ela gemeu, e ele começou a fazer movimentos, seus corpos nus se tornaram um só, encaixando-se perfeitamente. E assim ficaram durante algum tempo, até que eles desmaiam na cama, após chegar ao prazer juntos e adormecem abraçadinhos.
Após umas 10 horas de sono, Anne acorda e olha Brian nu deitado ao seu lado e ela completamente nua, e não acredita no que aconteceu. E pensa: “Isso não podia ter acontecido, não podia”. Toma um banho, pega suas coisas, deixa uma carta na cabeceira da cama, pega as chaves do seu carro, sim, o Brian comprou outro carro para ela e corre sem rumo, sem pensar.
Naquele momento, eu não pensava em mais nada, afinal não queria que acontecesse, bebi para esquecer dos problemas e acabei fazendo algo que não podia e nem queria, e isso bem numa noite anterior ao aniversário dele. Nessa hora, só sei que não consegui ver mais nada e nem senti mais nada, apaguei-me completamente.
Brian despertou não viu Anne em casa, procurou e não a encontrou, até que viu a carta, pegou os exames que ela fez. Ele não acreditava. Correu em direção a porta, até que o telefone tocou e ele saiu em disparada.
Anne sofrera um acidente de carro, um ônibus entrou na sua frente e não conseguiu parar, ela morrera na hora. Ele se desesperou, não conseguia entender, até que leu a carta novamente e entendeu, mas não queria acreditar.
E repetia: “Porque Anne, por quê?” – chorava em seu túmulo todos os dias.
“Brian, meu amor!
Não podia ter acontecido o que aconteceu ontem, foi ótimo e nunca me esquecerei dessa noite. Vou guarda-la onde quer que eu esteja. Se eu ficasse nessa vida ao seu lado, não me perdoaria por não ter lhe contato que peguei o vírus da AIDS e viveria o resto da minha vida me sentindo culpada por ter lhe transmitido o vírus.
Sempre vou amá-lo onde quer que eu esteja. Só que não posso mais viver não quero mais viver. Então vou embora para nunca mais voltar, só quero que seja feliz. Pois não suportaria vê-lo triste. Te Amo muito.
Sempre sua Anne”.
Sim, isso aconteceu no dia do meu aniversário, dia 20 de fevereiro de 2003. Lembro dela até hoje, foi a melhor noite da minha vida, e a melhor prova de amor dela, se eu estou feliz? Não, nunca fui à mesma coisa, só amei uma mulher na vida e vou amar sempre, a Anne. Só queria que ela não tivesse ido, afinal, poderíamos nos tratar, eu estou vivo até hoje graças ao avanço da medicina, ela poderia estar do meu lado, hoje dia 20 de fevereiro de 2008. Mas, não foi possível. Mas, nunca, nunca esquecerei dela... porque eu a amo, e esse é o verdadeiro poder do amor. Compus essa música para ela: Power of Love, que estará no novo disco da banda. E essa é a minha história. (Brian Thomas Littrell)
Hiii*!
Galera que acessa nosso blog! Estou aqui para agradecer a todos!
Em menos de dois meses do blog no ar já contamos com MAIS DE 1000 VISITAS!
Isso tudo nos dá força para continuar nos dedicando mais e mais na escrita de fictions que tanto gostamos de escrever e fazemos o melhor para que vocês também apreciem a leitura! Esse blog foi criado para vocês!
Mais uma vez agradeço todos os acessos e espero que esse seja apenas o começo.
E em breve publicaremos um Especial de Aniversário a Brian Littrell, escrito por Mila Littrell.
Aguardem! Vocês não vão se arrepender!
BSB*jux, equipe do #*-.My $exy Ðreams.-*#

Oieee!
Chegamos ao fim com o projeto: AS HISTÓRIAS QUE NOSSAS BABÁS NÃO NOS CONTARAM
Vários foram os contos que foram ao ar:
1º Deu a louca na Chapeuzinho, estrelando Kevin Richardson como Lobo Mau
2º Branca de Neve e os Sete Anões, estrelando AJ McLean como o príncipe Xandão
3º Razunzel - A Menina das Tranças, estrelando Howie Dorough como Milord Howard
4º A Bela e a Fera, estrelando Brian Littrell como a Fera
5º Cinderela, entrelando Nick Carter como o príncipe Nickolas
Esperamos que tenham, gostado e apreciado cada um desses contos feitos com muito carinho por Thy Carter e Raquel McLean.
Em breve teremos contos de outras escritoras, que são elas: Rosynha Dorough, Mila Littrell e Andrea Richardson.
E não percam também em breve o projeto Around the World, onde muita coisa vai acontecer.
Agradecemos todos os acessos e vamos com tudo para fazer desse um dos melhores sites de fan fics com os BSB do Brasil!
BSB*jux, equipe do #*-.My $exy Ðreams.-*#
CONTINUAÇÃO...
Ao chegarem lá, a amável moça foi apresentada formalmente ao rei que abençoou-lhes desejando toda a felicidade. No começo da noite, ela foi guiada até seus aposentos onde repousaria. No meio da noite ouviu um barulho vindo da porta de seu quarto. Levantou-se assustada, mas nada viu. Ficou inquieta na cama, pelo resto da noite. Na noite seguinte a mesma coisa se passou, mas dessa vez viu o vulto do príncipe fechando a porta.
- Não posso acreditar que ele esteve aqui.
Foi nesse momento que sua imaginação começou a fluir e sentiu sua pele esquentando. Começou a pensar:
- Nickolas, como eu o desejo. Sua boca, seu corpo, aqueles olhos... Ele tem um olhar tão penetrante, hipnotizador. Toda vez que fixo os meus olhos no dele sinto uma vontade louca de me entregar a ele. Sentir seu corpo em contato com o meu, pele com pele, coração com coração. Preciso arrumar uma maneira de seduzi-lo. Não aguentarei aguardar até nosso casamento para usufruir de toda aquela masculinidade, todo aquele sexo que luta contra a barreira que a calça impõe a cada vez que me aproximo. Vou seduzi-lo.
No dia seguinte no jardim do palácio o príncipe estava pensativo entre as flores e Cinderela passou, com sandálias maravilhosos, altos, poderosos. Enquanto andava saboreava os olhares de Nick e até mesmo de alguns servos que por ali estavam, a acompanhavam. Prendia a atenção de cada homem e mulher, mas ele foi mais além, ele a seguiu. Ela percebeu seu interesse e gostou. Andou mais um pouco, por entre as árvores. Cinderela tinha um andar sensual, mexia os quadris numa sinconia que deixava Nickolas perdido por entre seus pensamentos e desejos e se divertia vendo-o também indo de cá pra lá, de lá pra cá. Enfeitiçado. Sem vontade própria.
Finalmente, decidiu dar uma chance para que ele mesmo buscasse a própria perdição. Assim era mais glorioso pra ela, sua vitória era mais completa. Sentou-se em um banco e começou a massagear seus tornozelos. Ele parou à distância e não ousou se aproximar. Mais uma vez, ela saboreou o poder que exercia sobre ele. Lentamente, desatou algumas tiras de sua sandália esquerdo. Soltou-as sabendo que, ao fazer isso, prendia ainda mais as correntes que o ligavam a ela, as correntes que pendiam de seu olhar e desejo por ela.
Com a sandália solta em seus pés, ela cruzou as pernas e começou a balançar o pé, deixando a sandália sensualmente escorregar por ele. Em pouco tempo a sandália estava pendurada por seu dedão, em um tomara que caia, quase caindo, mas sem cair, e ela mexia o pé gostosamente, e a sandália ia de um lado a outro, em um movimento pendular hipnótico. O príncipe não conseguia tirar os olhos do pêndulo. Por fim, entregou-se. Abandonou-se. Como uma mariposa que se joga contra a chama, ele se aproximou dela. Foi em sua direção sem olhar para os lados, completamente fascinado, absolutamente derrotado. Em seu transe, quase foi atropelado por um homem que montava seu cavalo.
Ela experimentou um instante de êxtase. Ainda queria brincar com ele, como uma gata brinca com o rato que já está em suas garras. Teria sido um desperdício e uma pena ele se pisoteado por um cavalo. Por outro lado, ela pensou, sentindo um calor dentro de si, que delicioso não teria sido vê-lo num acidente como esse, por ela, vítima do torpor hipnótico que ela causara, uma baixa de sua beleza e sensualidade. Que glória imorredoura aquilo não teria sido. Na verdade, pouca diferença faria. Seu destino estava mesmo selado. Era questão de tempo. Sua vitória seria absoluta.
Nick aproximou-se dela sem palavras. Ela somente abaixou os olhos para seus pés. O príncipe descalçou suavemente a sandália já quase descalçada e enterrou seus lábios entre seus dedos. Ela se sentia uma verdadeira deusa, poderosa, dispondo da vida e da morte, do prazer e da frustração.
Cinderela se calçou novamente e sentiu que era o destino daquele homem que também se decidia, que eram as portas da sua vida que se fechavam, que o som ficcional criado em sua imaginação era ela virando as chaves em sua fechadura e trancando-o para sempre dentro de si. Olhando nos olhos dele, disse:
- O que você está fazendo aqui, alteza?
Adorou fazer essa pergunta. Considerava especialmente perverso e delicioso lhe dar a opção, sabendo que ele estava totalmente impotente para dizer não, que o tinha totalmente sob seu poder.
- Uma deusa como eu não exige menos do que tudo. Quero dedicação completa. Exijo não só seu presente, mas seu futuro, que tomarei para mim, que deixará de existir, que não mais acontecerá. Minha vitória será completa. A glória será só minha.
- Essa noite enquanto eu tentava dormir comecei a sentir uma inquietação tomar conta de mim. A cada vez em que eu fechava meus olhos via seus traços, da forma como sonhei. Você é linda, uma lady e quero estar ao seu lado para a vida inteira. Quero te doar todo o prazer que merece e fazer de você a mulher mais satisfeita, sexualmente e sentimentalmente, que possa existir.
Ao ouvir tudo aquilo Cinderela não sabia como reagir. Se sentia extremamente feliz. Feliz, excitada e poderosa. Ouvir aquilo era tudo que ela sempre quis. Se aproximou do príncipe e deu-lhe um beijo na testa. Ela se levantou e ele a seguiu até o castelo. Nickolas sussurrou ao seu ouvido:
- Quero que seja minha.
- Serei sua nesse momento, se assim desejar.
- Sim, eu desejo mais do que qualquer coisa.
Seguiram direto para os aposentos da futura princesa. Ela estava mais do que disposta a fazer dele seu "escravo", tomar as rédeas situação e mergulhar em um prazer sem fim.
- Tire a roupa e ajoelhe aqui.
O príncipe a obedeceu. Ela caminhou até seu "trono", distante muitos metros, e disse:
- Primeiro, terá que provar seu valor. Masturbe-se para mim. Masturbe-se em minha honra. Masturbe-se em minha homenagem. Quero te ver violado, desvirginado. Por mim. Agora.
Ele se masturbou. Do seu trono, ela observava aquilo com gozo crescente. Cruza e descruza as pernas, massageia sua vagina, se sente molhada, se inundando de gozo, se inundando no gozo que vê nos olhos do homem. Ele goza e ela sussurra:
- De novo. E de novo. E de novo.
Nickolas estava cansado, exausto, mas apaixonado, fascinado. Nunca pensou que sua masturbação pudesse realmente fazê-lo se sentir desvirginado e violado, mas é assim que se sente. Derrotado. Manipulado. E excitado. Quando pensa que não conseguirá mais gozar, que seu pênis não subirá mais, que nem mais uma gota será derramada, ela ordena, em sua voz linda, doce, perversa:
- De novo. Mais uma. Quero mais uma homenagem. Prove o seu valor.
E o pênis castigado e cansado encontra novo alento, sobeo e goza de novo, ao ver aquela mulher poderosa e malvada a sua frente, sentada em seu trono, se deliciando com seu tormento. O gozo dela é o seu prazer. Sabê-la excitada é o que o excita. Apesar de estar com seu pênis duro na mão, ele se sente mais e mais emasculado. Como se realmente não existisse senão para o prazer dela. Como se não fosse mais ele, como se não fosse mais homem, como se fosse apenas uma extensão do corpo daquela mulher. Um consolo de carne e osso.
Finalmente, extasiada de tanto prazer, mas ainda querendo mais, sempre insaciável, ela caminha até ele:
- Agora é a hora em que vai se provar digno. Será que ainda tem potência para mim?
Nick estava nos limites do seu corpo, mas a simples proximidade dela lhe dá novo alento.
- Vou te dar uma nova escolha. Ainda há tempo de salvar sua vida. Vá embora agora. Levante-se, vista-se e suma. E carregue pra sempre a lembrança dessa manhã, e da deusa que poderia ter sido sua. Ou então entregue-se. Aceite seu destino, abdique de sua vida, se perca na glória de me dar prazer. Morra no gozo.
A donzela se delicia com a confusão em seus olhos. Ela sabe que ele a deseja acima de tudo, mas também sabe que o instinto de auto-preservação é forte. Sabe que parte dele deseja fugir dali e viver. Mas é uma luta perdida.
A mulher vira de costas e caminha até sua cama de lençóis de seda. Atrás de si, escuta o homem precariamente se levantando e seguindo-a, seus passos descalços ecoando surdamente no chão de mármore do palácio. Mais uma vez, como não poderia deixar de ser, ela vencerá.
O príncipe puxou energias de onde nem sabia que tinha. Lembrou-se que doentes terminais muitas vezes experimentam uma súbita e inesperada melhora logo antes do fim, como se seus corpos dessem tudo de si, reunissem suas últimas energias, por saber que já não precisarão dela amanhã. O homem sabia que não haveria amanhã para ele. Não havia porque guardar energias que não usaria. Usou tudo. Queimou tudo no altar daquela paixão insana.
Transaram por horas. Quanto mais ele a penetrava, mais se sentia penetrado. Quanto mais a possuía, mais se sentia possuído. Sentia que estava tudo ao avesso. Que a cada novo gozo da mulher, sua vida se esvaía, não para frente, mas para trás. Nas mãos dela, ele torna-se mais jovem, mais inexperiente a cada minuto. Ele percebe que seu destino será mais cruel do que apenas morrer. Ele não iria morrer. Ele iria regredir até a não-existência. Sumiria. Voltaria ao nada de onde viera. A cada novo gozo, ela se fortalecia e ele se enfraquecia. Ela olhava fundo em seus olhos e sorvia sua vida a golfadas, a lufadas, com prazer.
Dentro em pouco, a transferência tinha se completado. Ela estava no auge de seu poder, uma deusa, princesa do sexo, poderosa, absoluta, gloriosa, radiante. E ele já não era mais nada, seu corpo entrou em colapso de tanto esforço, tanto amor, tanta dedicação, tanto sexo.
Fortalecida por tantos orgasmos, por tantos gozos, por tantas delícias, ela se levantou da cama para admirar o fim daquele homem que tanto se dedicara por ela, que dera a vida por seu prazer. Ele tentou levantar um braço em sua direção, mas não conseguiu. Já não tinha forças. Seus membros já não mais o obedeciam. Apenas a seguia com os olhos, olhos carentes, desesperados, apaixonados. Ela dava voltas em torno da cama, admirando extasiada a extensão da sua vitória sobre aquele homem, saboreando o prazer inaudito de tê-lo feito voluntariamente abdicar da vida por ela, se deliciando em sua dor, em seu desespero, em sua impotência.
Lentamente, ele voltou ao barro primordial. Dele, de tanto amor e devoção, não sobrou nada, só uma laminha na cama. Ela pegou aquela lama nas mãos, aquele barro ainda quente, e enfiou os dedos gostosamente nele, apreciando o barulho úmido que fazia, passou aquele barro por todo o corpo, um verdadeiro tratamento de beleza, se deliciando ainda pelas últimas energias vitais daquele homem que tanto amava.
Os olhos dele se fecharam num último suspiro. Cinderela sorriu e seguiu até o banheiro para o banho relaxante. Daquela manhã nem ela e nem Nick jamais esqueceria. Ele permaneceu dormindo até o início da noite quando despertou por entre pétalas de margaridas. Seus olhos a procuraram por todo o quarto a viu sentada em seu trono, o observando, usando um belo vestido, com suas pernas cruzadas e com seu sapatinho de cristal solto em seus pés. Começou a balançar o pé, deixando o sapatinho sensualmente escorregar por ele. Em pouco tempo o calçado estava pendurada por seu dedão, em um tomara que caia, quase caindo, mas sem cair, e ela mexia o pé gostosamente, e a sandália ia de um lado a outro, em um movimento pendular hipnótico.
Era aquele o início de mais um momento crucial ao príncipe Nickolas Carter ao qual ele deveria provar à bela Cinderela todo o seu poder, todo seu potencial e entregar a ela sua vida para que ela fizesse o que bem desejasse.
Por várias vezes essa tortura se repetiu e alguns dias mais tarde, casaram-se e viveram felizes para sempre.
Cinderela - By Thy Carter
Fevereiro/2008
Era uma vez um homem cuja primeira esposa tinha morrido, e que tinha casado novamente com uma mulher muito arrogante. Ela tinha duas filhas que se pareciam em tudo com ela.
O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Era uma moça meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.
A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos da casa e dormir no sótão, enquanto as “irmãs” dormiam em quartos com chão encerado.
Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moça sentava-se junto à lareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Por esse motivo, as malvadas irmãs zombavam dela. Embora Cinderela tivesse que vestir roupas velhas, era ainda cem vezes mais bonita que as irmãs, com seus vestidos esplêndidos.
O rei Robert que pertencia a dinastia dos Carter, mandou organizar um baile para que seu filho, Nickolas, escolhesse uma jovem para se casar, e mandou convites para todas as pessoas importantes do reino. As duas irmãs ficaram contentes e só pensavam na festa. Cinderela ajudava. Ela até lhes deu os melhores conselhos que podia e se ofereceu para arrumá-las para o evento. As irmãs zombavam de Cinderela, e diziam que ela nunca poderia ir ao baile.
Finalmente o grande dia chegou. A pobre Cinderela viu a madrasta e as irmãs saírem numa carruagem em direção ao palácio, em seguida sentou-se perto da lareira e começou a chorar. Ela queria muito conhecer melhor o príncipe. Já sonhava com ele, tinha planos e desejos até mesmo sexuais por esse amor platônico. Foi quando, mergulhada em seus pensamentos, apareceu diante dela uma fada, que disse ser sua fada madrinha, e ao ver Cinderela chorando, perguntou:
- Você gostaria de ir ao baile, não é?
- Sim. suspirou Cinderela.
- Bem, eu posso fazer com que você vá ao baile- disse a fada madrinha.
Ela deu umas instruções esquisitas à moça:
- Vá ao jardim e traga-me uma abóbora.
Cinderela trouxe e a fada madrinha esvaziou a abóbora até ficar só a casca. Tocou-a com a varinha mágica e a abóbora se transformou numa linda carruagem dourada!
Em seguida a fada madrinha transformou seis camundongos em cavalos lindos, tocando-os com sua varinha mágica. Escolheu também uma rato que tivesse o bigode mais fino para ser o cocheiro mais bonito do mundo. Então ela disse a Cinderela:
- Olhe atrás do regador. Você encontrará seis lagartos ali. Traga-os aqui.
Cinderela nem bem acabou de trazê-los e a fada madrinha transformou-os em lacaios. Eles subiram atrás da carruagem, com seus uniformes de gala, e ficaram ali como se nunca tivessem feito outra coisa na vida.
Quanto a Cinderela, bastou um toque da varinha mágica para transformar os farrapos que usava num vestido de ouro e prata, bordado com pedras preciosas. Mais do que nunca ela estava uma dama, com um perfume doce e marcante. Finalmente, a fada madrinha lhe deu um par de sapatinhos de cristal.
Toda arrumada, Cinderela entrou na carruagem.
- Obrigada, fada madrinha. Eu agradeço por tudo que você fez por mim.
- É o que eu faço, minha boa menina. Mas te aviso uma coisa. Você deve estar de volta à meia-noite, pois o encanto terminará ao bater do último toque da meia-noite.
O baile estava começando quando Cinderela chegou. Como bons cavalheiros o príncipe Nickolas e o bondoso rei Robert esperavam pelas damas que vinham, ainda na entrada do palácio.
Nick pensou que Cinderela fosse uma princesa desconhecida e apressou-se a ir dar-lhe as boas vindas. Ajudou-a a descer da carruagem e levou-a ao salão de baile. Todos pararam e ficaram admirando aquela moça que acabara de chegar.
O príncipe estava encantado, e dançou várias músicas com Cinderela. Ele a levou até o jardim. A moça estava tão encantada com a beleza do rapaz, como ela sempre sonhou, que se esqueceu completamente do aviso da fada madrinha. Foi quando um beijo estava prestes a acontecer que o relógio do palácio começou a bater doze horas. Ela se lembrou do aviso da fada e, num salto, pôs-se de pé e correu.
Nickolas ficou sem entender e foi atrás mas não conseguiu alcançá-la. No entanto, na pressa ela deixou cair um dos seus elegantes sapatinhos de cristal. Ela o segurou com ambas as mãos e sorriu.
- Esse belo calçado me ajudará a encontrar a dama que casará comigo.
Cinderela chegou em casa exausta, sem carruagem ou os lacaios e vestindo sua roupa velha e rasgada. Nada tinha restado do seu esplendor, a não ser o outro sapatinho de Cristal. Ela se preocupava por ter perdido o outro sapato e ainda sonhava acordada ao lembrar daquele momento maravilhoso em que esteve tão próximo de seu amado.
Mais tarde, quando as irmãs chegaram em casa, Cinderela perguntou-lhes se tinham se divertido. As irmãs, que não tinham percebido que a princesa desconhecida era Cinderela, contaram tudo sobre a festa, e como o príncipe pegara o sapatinho que tinha caído e passou o resto da noite olhando fixamente para ele, definitivamente apaixonado pela linda desconhecida.
As irmãs apesar de indignadas por não terem sido a escolhida do príncipe Nickolas, contaram a verdade. Alguns dias depois o filho do rei anunciou publicamente que se casaria com a moça em cujo pé o sapatinho servisse perfeitamente. Todas a mulheres do reino ficaram eufóricas, mas embora todas as princesas, duquesas e todo resto das damas da corte tivessem experimentado o sapatinho, ele não serviu em nenhuma delas.
Um mensageiro chegou junto ao príncipe, à casa de Cinderela trazendo o sapatinho. Ele deveria calçá-lo em todas as moças da casa. As duas irmãs da bela Cinderela tentaram de todas as formas calçá-lo, em vão. Então, Cinderela sorriu e disse:
- Eu gostaria de experimentar o sapatinho para ver se me serve!
As irmãs riram e caçoaram dela, mas o mensageiro tinha recebido ordens para deixar todas as moças do reino experimentarem o sapatinho. Então, fez Cinderela sentar-se e, para surpresa de todos, o sapatinho serviu-lhe perfeitamente! As duas irmãs ficaram espantadas, mas ainda mais espantadas quando Cinderela tirou o outro sapatinho de cristal do bolso e calçou no outro pé.
O príncipe Nickolas não sabia como reagir ao ver a cena. Segurou a moça pela mão e a beijou delicadamente. Ela apenas sorriu.
- Você será minha esposa, Cinderela.
Nesse momento, surgiu a fada madrinha, que tocou a roupa de Cinderela com a varinha mágica. Imediatamente os farrapos se transformaram num vestido ainda mais bonito do que aquele que havia usado antes, azul e branco, as cores que a moça de longos cabelos loiros tanto gostava.
- Minha dama, você deseja ser minha princesa?
- Eu adoraria.
A madrasta e suas filhas reconheceram a linda “princesa” do baile, e caíram de joelhos implorando seu perdão, por todo sofrimento que lhe tinham causado. Cinderela abraçou-as e disse-lhes que perdoava de todo o coração.
Em seguida, no seu vestido esplêndido, ela foi levada pelo príncipe, à carruagem para seguirem ao castelo.
CONTINUA...


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